só pra lembrar os tempos em que a Madonna era realmente incrível, fazia o que queria, não fingia ter sotaque cockney e não se metia a fazer filmes ruins. Sex Book da Madonna, 1992.

Gretchen Weinberg entrevista Len Lye / Na Film Culture, 1963.
Você acha correto fazer figuras abstratas agirem como humanos, batendo e encostando uma na outra?
Eu mesmo, não; porque isso pra mim é literário, e só me interesso pelo lado puramente cinético e sensorial. Bem, na verdade, não sei pelo que me interesso.
Você tenta conscientizar o público de certas percepções sensoriais que ele tinha, mas não sabia?
Bem, nunca ouvi falar de um público. Não sei o que é um público. É um monte de gente que basicamente é uma versão única de individualidade como eu, então só me interesso por mim. Arte é uma questão de ser eu.
Você não acredita que filmes experimentais como os seus são feitos para um público especial?
Oh, céus, não. Só foram feitos para mim, e se alguém gostar deles, ótimo. Eu só os faço por diversão. Isso se você parte com um espírito de investigação, como eu fiz, e ninguém o neutraliza. Meu entusiasmo na vida foi descobrir algo significativo pra mim. Agora, como diabos posso desenvolvê-los se precisa ser significativo para o público? É a última coisa que me interessa no mundo. A principal obsessão é achar algo significativo, não pensar: “Bem, gostaria de saber se esse cara vai gostar disso”. Que se dane! (Gargalhada)
Vídeo: Robbie Cooper: Sexo, Suspiros & Videotape
O vídeo mostra aficionados em filmes porno falando desta experiência em momentos extáticos. surpreendentemente e inquietamente íntimo.
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